Vídeo Monitorização

Este processo se faz habitualmente com apenas um registro chamado de Fase 1, podendo, em aproximadamente 15% dos casos, ser necessária passar para a Fase 2. A Fase 1 (não invasiva), realiza-se pela retirada progressiva das drogas anticonvulsivas e registro eletrográfico e clínico das crises. Além dos eletrodos habituais são usados eletrodos adicionais mais eletrodos semi-invasivos (esfenoidais) com possibilidade de registro simultâneo de até 64 canais com vídeo digital acoplado ao sistema.

Nos casos em que se faz necessário, a Fase 2 consta de uma avaliação com eletrodos implantados cirurgicamente em contato com o córtex cerebral, onde é feita uma monitorização do "foco" gerador das crises com precisão máxima. Neste caso é possível visualizar a estimulação elétrica de cada um dos pontos, permitindo definir de forma clara as regiões responsáveis por funções importantes, que não poderão ser afetadas com a cirurgia (como a linguagem, visão ou movimento), permitindo uma definição precisa dos limites para a retirada do foco gerador das crises, sem causar danos ao paciente.